23 Fatos relatados em número de "dois"


Texto bíblico: Eclesiastes 4.9

A fim de destacar em síntese tais fatos relatados, segue conforme abaixo: 

Na vida conjugal e familiar: 1- Um homem e uma mulher,(Adão e Eva), 2- Caim e Abel. Gn. 2.22-25;4.8

Em um nascimento: 3- Jacó e Esaú Gn.25.24,25

Nas etapas de uma conquista prometida(Jericó): 4- Os dois espias enviados por Josué. Js.2.1

Na vida amigável e fraternal: 5- Jônatas e Davi. I Sm. 18.1-4

Em um combate decisivo: 6- Davi e Golias. I Sm.17.32,48-50

Na vida amigável e ministerial: 7- Elias e Eliseu. II Rs.2.1-15

Na vida amigável e familiar: 8- Noemi e Rute em Belém. Rt.1.16

Na vida familiar: 9- As duas mulheres julgadas pelo rei Salomão. I Rs.3.16-27

Na vida financeira comparada à vida espiritual: 10- Os dois devedores. Lc.7.41-42   

Na auto-justificação(arrogância) e auto-humilhação(arrependimento): 11- A parábola do Fariseu e o publicano, 12- O filho pródigo e o "filho mais velho". Lc.15.11-32;18.9-14

No sobrenatural: 13- Jesus e Pedro andando por cima do mar. Mt.14.29

Na ênfase contraditória da vida após a morte: 14- O rico e Lázaro. Lc.16.19-31

Na crucificação: 15- Os dois ladrões ladeados a Jesus. Mt.27.38

No evangelismo coletivo e individual: 16- A grande comissão enviados de dois em dois, 17- Jesus e a mulher samaritana, 18- Jesus e a mulher adúltera. Lc.10.1; Jo.4.7;8.9

No contexto da ressurreição de Jesus: 19- Pedro e João indo ao sepulcro. Jo.20.3-10

No testemunho celestial da bendita esperança(vinda de Jesus): 20- Os dois varões vestidos de branco. At.1.10

 No percurso e no propósito cristão: 21- Pedro e João indo ao templo orar. At.3.1

No sofrimento, oração, louvor e adoração: 22- Paulo e Silas na prisão. At.16.25

No ministério profético e escatológico: 23- As duas testemunhas que atuarão na segunda metade da tribulação. Ap.11.3-8


Paz do Senhor.

O perfil dos "lobos" eclesiásticos na época de Jesus e dos apóstolos


Texto bíblico: Atos 20.28-31

Ao expor o assunto em apreço, ressalto e reforço desde já, que não é nossa intenção "provocar", "perseguir"ou até mesmo "atacar" quaisquer que sejam obreiros ou líderes do segmento religioso atual.

Uma vez que os objetivos são, desenvolver o assunto dentro do arcabouço bíblico, a fim de compreendermos mais a fundo, não o que penso ou o que tenho a falar, mas o que a bíblia nos fala e nos ensina sobre isso, e assim sendo, veremos a maneira como tais personagens se caracterizavam e se conduziam junto ao rebanho, porém em torno de seus próprios interesses, conforme as referências textuais nas quais serão identificados.

Dito isto, acho importante fazer junto ao leitor, uma breve, consciente e mútua reflexão mental, acerca da aplicação e abrangência secular deste assunto, uma vez que continua a existir e se contextualiza além do segmento religioso, contudo, evitei a inclusão de comentários da atualidade, visto já ter esclarecido a intenção e objetivos desse post.   

Vamos a bíblia, a presença de tais personagens já era real nos tempos de Jesus, mas se intensificou ainda mais após a sua ascensão(partida ao céu), período do surgimento e do contexto consideravelmente crescente da igreja cristã, formada por judeus e gentios; O cristianismo estava então, ganhando forte aceitação de povos com cultura judaica e filosófica bastantes afloradas na época.

É nesse contexto ideológico, cultural e pluralizado(de crenças, de ensinos, de costumes, de tradições, de práticas e de estilos de vida), e contraditório as doutrinas essenciais do cristianismo, que as cartas apostólicas são escritas e enviadas as igrejas, também com um  perfil apologético, ou seja, em defesa da fé cristã(zelo, cuidado, compromisso pastoral com o rebanho, explicação e aplicação doutrinária para aprofundamento, alerta, resistência e perseverança cristã, bem como refutação e rejeição dos ensinos e práticas ora disseminados por tais lobos eclesiásticos, assim os apóstolos os combatiam e inibiam, por entenderem o perigo e ameaça que tais personagens representavam para a igreja cristã de então.

É importante que se diga, os apóstolos não objetivavam "os combates em si", tais reações eram consequências secundárias, ocorridas e necessariamente coibidas dentro de um contexto de fatos prioritários em relação a igreja(bem maior), visto que após fundá-las, eles primavam pela manutenção, crescimento e amadurecimento desta, com instruções exortativas, edificantes e consoladoras, com vista vindoura na bendita esperança da vinda de Jesus e de uma vida gloriosa com Ele na eternidade. I Cor.4.14; II Cor.11.2; Gl.4.19; Cl.1.28,29   

Vejamos a seguir:

1- Seus sérios títulos(sinônimos)

Comumente conhecidos, usuais e alguns até bíblicos, denominados a tais personagens(lobos devoradores, falsos apóstolos, falsos profetas, falsificadores da palavra, promotores de heresias, heréticos, agentes de satanás, operários de satanás, emissários de satanás, obreiros fraudulentos, mercadores da fé, gigolôs da fé, doutores do engano, falsos doutores, falsos mestres etc...).

2- Seus disfarces

Aparência de ovelha(por fora), mas verdadeiros lobos(por dentro). Mt. 7.15-23; Jo.10.11,12; Transfiguram-se apóstolos de Cristo, porém com aparência camuflada. II Cor.11.13 

Observe que pela aparência diz o dito popular, "as aparências enganam", mas Jesus estabeleceu um critério de identificação mais profundo, que avaliava além das aparências; baseado em um breve discurso despertativo e analógico a natureza, Jesus disse: Pelos frutos os conhecereis(ações, influências e interesses), acrescentou ainda, visto que toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus.

Outra característica contrastante no livro de João, é a analogia de aplicação prática e imediata, sobre dois personagens comuns da época(o pastor e o mercenário), segundo o texto, o pastor se auto-sacrifica pelo rebanho, a tal ponto de arriscar a própria vida para salvaguardar as vidas das ovelhas, enquanto que os mercenários não oferecem a mínima ação sacrificial, uma vez que estão motivados pelos seus próprios interesses pessoais e nunca pelas necessidades do rebanho. Jo.10.1-14; II Cor.2.17; II Pe.2.1-3 

3- Suas estratégias

Sutileza, astúcia, oportunismo, oratória e persuasão, aplicadas nos seus discursos para com o rebanho(uso de palavras bem elaboradas, polidas, atrativas, impressionantes e convencedoras). Rm.16.18; I Cor.2.1,4,5,13; Ef.4.14; Col.2.4

4- Seus artifícios

O legalismo judaico e as filosofias do saber humano, notoriamente cultivados, discursados, debatidos e aclamados no mundo de então(judaico/grego-romano). Col.2.8,16,17,18; cito ainda como referência integral a carta aos Gálatas(conhecida como a "Carta da Liberdade"), em razão das influências e das tendências do legalismo praticado pelos judaizantes no seio da igreja, apesar de cristã, mas formada de povos extremistas em suas tradições(judeus e gentios).   

4.1- No aspecto do legalismo judaico

Podemos enfatizar em breve linhas, os escribas(doutores da lei) e fariseus(adeptos), visto que ensinavam e praticavam um mero e incoerente formalismo religioso, vazio e sem essência, até tinha aparência, mas não produziam frutos bons, Jesus os reprovou seriamente ao chama-los de "sepulcros caiados"(davam ofertas/esmola, praticavam jejuns, orações e discursavam bem a lei), mas tudo não passava de religiosidade fria e morta(hipocrisia, falsidade), nestes não havia verdadeiro conteúdo espiritual altruísta e autêntico, posto que suas próprias ações por si mesmo os reprovavam (amavam serem vistos pelos homens, galgavam os primeiros lugares nas sinagogas e gostavam quando chamavam-no de rabinos) Mt.6.2,5,16. 

Apesar disso, seus ensinos legalistas em si(lei moral), eram dignos de aceitação pública, tanto que o próprio Jesus recomendou atenção e obediência a tais ensinos por eles ministrados, porém com uma ressalva: Ouvir e praticar o que eles ensinavam acerca da lei, mas não proceder como eles procediam! Mt.23.2-7

Indo adiante, precisamente na era da igreja primitiva, os falsos mestres ensinavam a suficiência da lei cerimonial, a guarda do sábado, o comer alimentos puros e a circuncisão, razões pelas quais Timóteo e Tito foram orientados por Paulo em relação aos tais, bem como a correta postura de ambos frente a disseminação de tais ensinos. Tt.1.10,11;3.9-11

4.2- No aspecto filosófico

Apesar dos gregos cultivarem a crença politeísta na religião( adoração idolatra e pagã aos deuses mitológicos e até mesmo aos imperadores), crença esta, bastante tradicional no mundo antigo como um todo e também enfrentada nas cartas apostólicas; Mas voltando a filosofia, os gregos por assim dizer, "respiravam" sabedoria, haja vista os inúmeros discursos e debates que ocorriam no areópago(tribunal) em Atenas; Eles por vezes, eram estimulados pelas buscas e descobrimentos de novos saberes meramente egocêntricos e altivos, uma vez que não discursavam sobre a pessoa de Jesus, tais saberes apenas giravam em torno de suas próprias razões humana(intelecto, inteligência, racionalidade). At.17.16-22; I Cor.1.22,2.6

O pastor/servo dos gentios(Paulo), foi por vezes provocado e rebaixado por estes falsos mestres do "discurso impressionante", por pregar a simplicidade do evangelho da cruz, mas já diz um dito popular: Gaiola bonita não dá comer a canário!

 Afirmavam eles, para a própria igreja da qual Paulo era o fundador(Coríntios), que por carta até que a mensagem deste era forte, mas pessoalmente o apóstolo era fraco, tanto nas mensagens que ensinava quanto no apostolado que desenvolvia, uma vez que por amor ao evangelho, padecia e sofria das mais diversas maneiras e nas mais diferentes circunstâncias. II Cor.10.10; 11.19-30; 12.10.  

Tomemos por exemplo a cruz como método de tortura, sofrimento e execução penosa, confinada aos mais miseráveis pecadores; E vejamos a reação dos gregos no uso de suas filosofias, interpretarem loucamente a crucificação de Jesus(com vergonha, desprezo, humilhação e fraqueza), não por acaso, o apóstolo Paulo refuta e contrasta categoricamente, a futilidade dessa filosofia(sabedoria humana) em detrimento a sabedoria de Divina, afirmando e se auto-declarando não se envergonhar do evangelho e da cruz de Jesus(fonte do poder de Deus para a salvação dos Judeus e também dos gregos) Rm.1.16; I Cor. 1.18,23,24;2.4,5

Por falar de sofrimento e humilhação, os "sábios filósofos" também repugnavam tal realidade humana, mas Deus em sua elevada sabedoria, ilógica e incompreensível à mente humana, decidiu começar a salvar justamente os mais pobres, vis e desprezíveis pecadores da época, lembremos a exemplo do contexto da lei judaica, a tamanha revolução gerada na corte religiosa, após Jesus priorizar e oportunizar o reino de Deus à tais "grupos" sociais, e ainda sentar para comer à mesa com eles. Embora todos estivessem incluso no plano da salvação, foi primeiramente por estes, que o evangelho(sabedoria de Deus) se manifestou. Mt.9.10-13; I Cor.1.27-29

A ressurreição de Jesus também era desacreditada, tanto pelo ensino dos saduceus que a negavam, quanto pelas influências filosóficas(o gnosticismo/dualismo), tal doutrina ensinava que o físico era má, logo a ideia de um corpo ressurreto era repulsivo e inaceitável. I Cor.15.12-19

Porém, não acreditar na ressurreição comprometia toda uma sequência de ensinos práticos da vida cristã, haja vista o apóstolo Paulo descrevê-los, vejamos:

Não havendo ressurreição(1-Cristo não ressuscitou, 2- É inútil a pregação do evangelho, 3- É inútil a fé, 4- Somos falsas testemunhas, 5- Permanecemos condenados em nossos pecados, 6- Os que morreram em Cristo estão perdidos).                   

Como visto, ambos aspectos (legalista e filosófico), acima pontuados como artifícios de tais personagens, contrariavam, confrontavam, rejeitavam e negavam as premissas doutrinárias do cristianismo, tais como exemplo: A divindade de Jesus, sua encarnação, humanidade, santidade e ressurreição.

5- Seus objetivos e consequências

Enganar, cauterizar, impressionar, iludir, seduzir as mentes com discursos capciosos, levar os membros a depositar confiança e aceitação nas doutrinas distorcidas e por eles discursadas, com isso atrair e preparar grupo(adeptos) após si ou para si, atacar, caluniar, inferiorizar e lançar a reputação da liderança ao descredito, desviar e conduzir o povo a um estado de desobediência, contenda, rebeldia, rebelião, divisão, perversão e adultério intelectual, moral e espiritual, bem como ao completo afastamento e abandono da fé cristã(apostasia). Ap. 2.14,15; A fim de se obter resultados pessoais egoístas, ambiciosos e avarentos. Mc 11.17.

Por mencionar o termo apostasia(abandono e rejeição da fé, de modo consciente, frio e pré-meditado e ao mesmo tempo, aceitação e apreço por outros ensinos controversos), a epístola de Judas nessa temática serviu e serve como um breve "manual apologético", uma vez que conclamava um chamado imperativo e exortativo para prudentemente batalhar, defender e salvaguardar as verdades salutares do evangelho.        


Conforme enfatizei nos parágrafos iniciais, as intenções e os objetivos desse post, finalizo a seguir com algumas considerações.

Como visto ao longo dos tópicos comentados e referenciados, esse assunto era de fato bastante notório no contexto do N.T e até mesmo no A.T, a exemplo os inúmeros falsos profetas. 

Relembro ao leitor, apesar de não comentar a aplicação e abrangência desse assunto em nossos dias atuais, não o isento de tal contexto, uma vez que tanto no segmento religioso como em quaisquer outros segmentos, sempre existiram homens falhos e pecadores assim como nós; Não se procura rastos de anjos aonde os humanos pisam, porém não seria coerente se apropriar da tal fragilidade humana, para "fundamentar" a prática de um viver pecaminoso e passivo, como se não existisse a mínima possibilidade de mudança; Lembrando que fomos dotados de razão e capacidade de escolha(livre arbítrio), mas faço aqui uma consideração importante e que não mencionei mais a fundo ao longo deste post, diz respeito as influências hostis de batalhas espirituais, travadas simultaneamente e intrinsecamente no campo da nossa existência física, isso significa dizer, que além da frágil natureza adâmica influenciar diretamente a razão(sabedoria) e a livre escolha humana, tais influências também tem interferências, perceptíveis ou imperceptíveis, reveladas ou ocultas; Haja vista o apóstolo Tiago atribuir a sabedoria (facciosa, invejosa, mentirosa e egocêntrica) a uma natureza terrena, animal e diabólica! O apóstolo Paulo exortou o jovem obreiro Timóteo quanto a apostasia de alguns motivada por espíritos enganadores e doutrinas de demônios, também alertou a igreja de Éfeso quanto a presença de uma batalha espiritual ocorrendo no mundo material, a partir da qual, ele faz uma analogia militar, enfatizando a urgente necessidade de preparação(uso de munição espiritual defensiva e ofensiva), vigilância, luta, perseverança e firmeza. Tg.3.14,15; Tm.4.1,2; Ef.6.10.18

Contudo, há uma promessa de Jesus(arquiteto, fundador e proprietário), para a sua igreja amada(noiva), "as portas do inferno não prevalecerão". Mt.16.18; Hb. 10.23     

A exemplo, o próprio testemunho do apóstolo Paulo outrora "Saulo de Tarso", um judaizante radicalmente zeloso, conhecedor do legalismo judaico e da filosofia grega, de perfil ferrenho, perseguidor da igreja cristã, implacável oponente da obra e do fundador desta, literalmente um "lobo" faminto e devorador que "respirava" ameaças contra o rebanho, embora em contextos diferentes dos lobos eclesiásticos acima citados, bem como seus objetivos também já identificados.

Contudo, o fato marcante e "divisor de águas", foi o súbito encontro que o Senhor Jesus(dono da igreja), teve com o até então Saulo no caminho já perto de Damasco(ocasião de sua conversão à fé cristã), conversão esta bastante suspeita e duvidosa pelos judeus, decorrente de seu temido perfil; Inicialmente, seu ofício apostólico também foi alvo de censura e insegurança, mas depois aceito e reconhecido pelos seus pares e pela igreja, visto que teve uma experiência real e pessoal com Jesus(requisito ao apostolado), este por sua vez, literalmente mudou a sua vida, de Saulo para irmão Paulo, de arrogante para humilde, de perseguidor para perseguido e de "lobo" para pastor/ovelha.
Mt.19.26; Hb.13.8; Rm.10.9,10; Pv.28.13

A paz do Senhor.      

 

As 03 manifestações da morte

Texto bíblico: Gênesis 2.17

Na presente passagem a bíblia enfatiza o termo morte no sentido de separação de Deus, mas não obstante, após pecar o homem comprometeu sua comunhão salutar com Deus(dispensação da inocência), e o fato é que o termo morte se manifestou em 03 diferentes níveis de separação ainda muito mais grave, vejamos:

1- Morte espiritual

Após pecar, Adão e Eva continuaram vivos, pelo menos fisicamente e temporariamente, mas o fato é que estavam mortos espiritualmente, e tal morte recaiu sobre todo gênero humano, uma vez que o casal era nosso representante original. 
Essa primeira manifestação da morte é o que conhecemos como o estado atual daqueles que ainda não entregaram suas vidas para Jesus, o declarando publicamente como o único e suficiente Salvador e Senhor. Gn.3.22-24; Ez.37.1-14; Lc.9.60; 15.24; Ef. 2.1,5,6

2- Morte física

Ainda falando de Adão e Eva, outro fato real é que ambos um dia morreram, essa segunda manifestação da morte, é entre os humanos a mais natural e notória de todos os tempos, embora contraditória ao anelo pela vida, temos que admitir, todos estão sujeitos a enfrentá-la, independente do que somos ou do que temos, e por assim falar é propício mencionar o até então, presente e terrível vírus mortal e de nível mundial, nunca ocorrido antes(COVID-19 com início no ano 2020), o qual dispenso comentários, visto que segundo as mídias, o número de óbitos registrados já contabilizaram mais de 2 bilhões de vitimas!   

Entendemos tal morte, como sendo o término das atividades vitais do corpo humano.
Poderíamos recitar inúmeros textos para dá ênfase a um comentário maior nesse tópico, mas por hora deixo apenas alguns: Ez.18.32; Rm.5.12; Hb.3.7,8;9.27; Lc 16.22-31

É importante afirmar que a decisão de aceitação a fé salvífica(com base na obra substituta de Jesus), deve ocorrer antes dessa manifestação mortal, ou seja, enquanto tivermos vida, subtende-se ainda, enquanto tivermos tempo, visto que segundo o texto, após tal morte segue-se ao juízo, e tal juízo não irá dispor de misericórdia; Considerando que a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, sem exceção(dispensação da graça). Tt.2.11

"Se com a tua boca confessares Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo; Porque com o coração se crê para a justiça, e com a boca se confessa a respeito da salvação". Rm. 10.9,10.   

3- Morte eterna

Esta última manifestação, segundo o contexto apocalíptico(livro da revelação vindoura), tal morte não se trata apenas da separação eterna de Deus, mas também de um castigo eterno, também conhecida como segunda morte, a qual não terá poder sobre os participantes da primeira ressurreição. Ap.20.6

 
Pontuei acima as três diferentes manifestações da morte, com o breve e básico objetivo de expor e definir a temática de tal assunto.
Considerando contudo, o vasto conteúdo bíblico, possível de exploração e aprofundamento por parte do leitor.
Mas o que fica compreendido até aqui, é que o homem naturalmente está sujeito a morte, seja no aspecto físico ou espiritual, e mesmo que esteja vivo fisicamente, pode também está morto espiritualmente, havendo portanto uma urgente necessidade de vivificação(regeneração), ou melhor, ressurreição espiritual mediante a fé na obra gratuita do segundo Adão(Cristo). Jo.10.10;11.25;14.6; II Cor. 5.14,15; I Pd.3.18; Rm.5.14,19;6.23; Ef.2.5,6,8.


A paz do Senhor.

Evidências da bondade divina apesar da maldade humana

Texto bíblico: Gênesis 1.31

Quero no presente sermão, enfatizar a bondade de Deus apesar da maldade do homem, começarei pontuando a presença de tais assuntos, já bem no livro do começo(gênesis), por ocasião dos atos criativos de Deus.

Na criação, Em gênesis 1.10,12,18,21,25, a bíblia diz, na medida em que Deus progredia nas etapas da criação, Ele mesmo à notificou com a sua bondade(e viu Deus que era bom), e ao chegar no verso 31, Deus dá um parecer conclusivo e aumentativo da sua bondade(e viu Deus que era muito bom).
Nenhuma avaliação ou inspeção humana foi necessário na criação para comprovação e conclusão de tal bondade, uma vez que o próprio autor além de fazê-la também à qualificou.    

Após a queda adâmica, o mal tornou-se um dilema na vida humana, no entanto, apesar dessa convivência penosa e destrutiva, Deus sempre mostrou que independente do cenário deste homem(dispensação da inocência ou da consciência), sua bondade prevalece, embora haja oposições e opiniões diversas sobre tal bondade, ninguém poderá invalidar verdades efetuadas e decretadas pelo próprio Deus!

Por termos falado na queda adâmica, citarei a seguir alguns episódios da bondade de Deus na vida humana, apesar da presença do mal arraigado na vida deste:

Após o casal pecar, Deus providenciou trajes para ambos, isso fala tipologicamente de um ato profético e retentivo, mas também de um ato de bondade amorosa e efetiva.

Caim, assassino e fugitivo(descendente adâmico), portador nato de sentimentos maléficos como ódio, inveja e tristeza, culminou no homicídio trágico e bárbaro do seu irmão Abel, o primeiro crime lamentavelmente praticado dentro do seio familiar! Gênesis 4.5

Lameque, em um contexto de conduta de vida depravada e libertina, era casado com duas mulheres(poligamia) e também assassino cruel com duplo homicídio, após matar 02 vítimas, uma delas por motivo banal, ainda festejou tais mortes! Gênesis 4.19,23

Dada a multiplicação do gênero humano, o próximo episódio contextual é o relato de gênesis 6.11,14,18 sobre a corrupção e a violência em massa, bem como sua expiração no dilúvio, contudo apesar de tal cenário, Deus estabelece sua bondade ao idealizar o projeto da arca para salva-guardar o gênero humano e animal e ainda formalizar um pacto com um homem(Noé).

Poderíamos continuar pontuando outras várias referencias, contudo o objetivo foi desenvolver o assunto com menor quantidade de conteúdo, e a partir do que foi apresentado, acredito que o leitor será capaz de refletir caso queira, na continuidade dessa temática em outros contextos bíblicos subsequentes, bem como sua aplicabilidade vigente em nossos dias.


Por fim, faço uma breve menção do maior ato da bondade de Deus apesar da maldade do homem; Entregar seu único filho JESUS para ser sacrificado em favor do gênero humano pecador! 
Esta bondade pode até ser rejeitada, mas jamais será invalidada, precisamos aceitá-la racionalmente, humildemente e brevemente, do contrário, nosso orgulho nos condenará e nosso tempo se acabará!

A paz do Senhor. 

Renovação de votos e biografia matrimonial


A presente biografia foi lida na noite de 04/07/19, ocasião em que o casal(IVAN CARLOS DOS SANTOS DE BRITO e RIVONEIDE CARNEIRO DE SOUZA BRITO), firmaram publicamente na congregação AD ROSA DE SAROM, bairro cinco bocas, Caaporã-PB, a renovação de votos pelos seus 20 anos de vida conjugal(BODAS DE PORCELANA).


No ano de 1997 IVAN CARLOS DOS SANTOS e RIVONEIDE CARNEIRO DE SOUZA se viram pela primeira vez, era uma tarde de domingo no campo do Caaporã, na ocasião ambos estavam assistindo um jogo de futebol, quando de repente sem notar que estavam próximos, seus olhares se encontraram um no outro, sentiram-se profundamente atraídos, e foi amor a primeira vista!
Mas como não havia oportunidade de diálogo, ele discretamente chegou ainda mais perto e lhe fez um elogio("você é uma princesinha"), em seguida montou em sua bicicleta e foi embora.

Os dias se passaram e quando menos esperavam tiveram outro encontro, desta vez ela ficou tímida e resolveu mudar de direção, mas ele não se conteve em apenas vê-la, rapidamente pegou sua bicicleta e seguiu até ela, quando já estava próximo, se apresentou e ali conversaram pela primeira vez, após a conversa aceitaram dá início ao namoro, passados dias ambos se sentiram decididos na relação e resolveram levar o caso ao consentimento dos pais dela, e assim o namoro continuou com maior seriedade e compromisso.

No ano de 1998 o casal firmou o noivado e em 27/04/1999 firmaram a união conjugal.
No início as condições do casal eram muito difíceis, ainda não tinham moradia própria, inicialmente residiam na casa dos pais, ele trabalhava em serviços provisórios recebendo um salário mínimo(na época 181,00 reais).
Tinham o sonho de casarem no civil e na igreja, mas até então não tinham condições financeira.

Em dezembro/1999 Deus os presenteou com o primeiro fruto da união, contudo ainda no período da gestação o casal sofreu um acidente de motocicleta, na ocasião fizeram um voto a Deus pedindo-lhe livramento para a criança ainda no ventre, ela foi socorrida para o hospital da cidade Ana Virgínia, após exames tudo estava normal; Deus atendeu o voto do casal e com isso ambos decidiram suas vidas para Jesus em 24/05/2000.

Em 03/08/2000 finalmente nasce uma linda criança do sexo masculino por nome IVAN CARLOS DOS SANTOS DE BRITO JÚNIOR(fruto de um milagre)

E para abençoar ainda mais a vida conjugal do casal, Deus colocou nos seus corações o desejo de se batizarem nas águas e se tornarem membro de sua igreja(AD missão), mas como não eram civilmente casados não estavam aptos a participar, ficaram tristes, mas o desejo de se batizarem era mais forte, resolveram falar com o pastor na intenção de lhe pedir uma ajuda, na época o saudoso SEVERINO JOAQUIM CRISPIM, este bondosamente os atendeu se responsabilizando pela quitação da união conjugal no civil, a fim de que pudessem participar do batismo em águas e se tornarem membros da igreja local.

Em março de 2002 Deus abençoou ele com um emprego permanente, o que melhorou as condições do casal e família, conseguiram comprar um terreno e construir uma moradia própria.

Anos depois, fevereiro/2006 Deus os abençoou com mais um fruto, e no dia 11/10/2006, nasce uma linda criança do sexo feminino por nome RAYANE SOUZA DOS SANTOS DE BRITO.

Mesmo com todas essas bençãos alcançadas e agradecidos a Deus, o casal trazia consigo um sonho conjugal(celebração festiva), pretendiam realizar na ocasião do casamento mas por não terem recurso financeiro suficiente, apenas esperaram um dia em que pudessem realizar tal evento, os anos se passaram, até que finalmente o tempo chegou, foram abençoados financeiramente, organizaram a festa, agendaram a data(04/07/19), o que a anos era um sonho, Deus tornou realidade, renovaram os votos matrimoniais e comemoraram seus 20 anos de vida conjugal(BODAS DE PORCELANA).

No memorável evento, estiveram presente o pastor local IZAC PEDRO DA SILVA, familiares, amigos e irmãos na fé.   

  

A paz do Senhor.

03 atos de Deus

Texto bíblico: Atos 17.24-31


Entre outros atos ou ações divina, enfatizo a seguir pelo menos três atos de Deus.
O objetivo é além de identificar e classificar tais atos sob uma visão bíblica e teológica, compreendermos a predominância do assunto ao longo de alguns episódios da historia humana.


1- Atos criativos

O primeiro verso do texto base(v 24) citado por ocasião de uma das pregações do apóstolo Paulo em território gentio, faz uma referência direta a criação do mundo bem como sua autoria divina, e por falar em criação, convém informar ao leitor que o texto base acima registrado será apenas para leitura contextual ao sermão, uma vez que irei expor em síntese, boa parte do conteúdo a partir do livro de gênesis.

Gênesis 1;2 narram em detalhes, os atos criativos de Deus(céu, terra e mares, dia e noite, sol, lua e estrelas, seres vegetais, seres aquáticos, seres animais, seres humanos), em fim, o universo e tudo o mais que neste existe.

2- Atos punitivos

Após a queda dos nossos ancestrais(Adão e Eva), Deus os penalizou levando em conta o desvio pecaminoso que ambos consumaram, noutras palavras, Deus não retardou seus atos punitivos para o homem, apesar deste sempre ter sido alvo de sua bondade e do seu amor incondicional. Gênesis 3.7,8

Vejamos algumas reações estranhas à vida comum do casal pós queda(conhecimento do bem e do mal, auto-vergonha, medo de Deus e transferência de responsabilidade/culpabilidade), ainda assim, vale frisar que os atos punitivos de Deus ainda estavam por vir, e detalhe, tanto nos influenciados(Adão e Eva), como no influenciador(satanás), para este, maldição, inimizade e derrota profetizada com respeito ao triunfo da obra sacrificial de Jesus, e para aqueles, multiplicação de dores, maldição da terra, esforço labutante para o sustento vivencial, morte(física, espiritual e eterna), expulsão do lar(do jardim) e impedimento de regresso ao mesmo. Gênesis 3.23,24
Notemos acima um desencadeamento de punições imparcial e integral!

Podemos citar ainda, exemplos mais amplos de outras referências pertencentes ao tópico acima pontuado(o dilúvio, a destruição de Sodoma e Gomorra e a pré destruição de Nínive verbalizada e condicionada ao arrependimento coletivo). Gênesis 7.17;19.24, Jonas 3.4

3- Atos retentivos

São atos que visam entre outros motivos divino, salvar o homem, resgatá-lo, recuperá-lo e restaurá-lo à comunhão com Ele; Independente de circunstâncias, épocas, lugares e povos.

Se recapitularmos os contextos bíblicos já citados, é possível descrever estes atos em tais passagens; no episódio do casal, apesar de tentarem trajar sua nudez, tal atitude não foi o suficiente do ponto de vista divino, uma vez que ambos apesar de terem se vestidos com folhas de figueira, foram vestidos por um traje de pele de animal(tipologicamente uma ação profética alusiva ao sacrifício vicário de Jesus), um ato proveniente de Deus, tipificando já ali que na historia da redenção, os esforços humanos na tentativa de "cobrir" os efeitos do pecado, eram insolúveis, e que portanto somente Deus os poderia redimir! Gênesis 3.7,21

Por ocasião do dilúvio(ato punitivo), Deus continuou redimindo a raça humana, apesar de exercer paralelamente seu ato punitivo em resposta ao dilema pecaminoso do homem de então(maldade, violência, corrupção etc...), bem como sua própria natureza antagônica a tal condição humana, Deus então preserva na arca(ato retentivo) o patriarca Noé, sua família e os animais; Apesar de Noé ter construído a arca, Deus foi o seu orientador para tal engenharia, por fim, após a construção e a vinda do dilúvio, Deus a fechou por fora para preservar os que estavam dentro e punir os que estavam fora, é importante destacar que tal episódio também foi reafirmado por Jesus quanto a uma analogia sobre a brevidade da sua volta. Gênesis 7.5,7,16; Mateus 24.37-39

Sodoma e Gomorra, apesar de serem alvos dos atos punitivos de Deus, por motivos em linhas horizontal(humano) e vertical(Divino), ali mais uma vez o homem é poupado, apesar de uma minoria(Ló e sua família parcial). Gênesis 19.13-17,24

A grande cidade de Nínive(com mais de cento e vinte mil habitantes) também veio a ser alvo dos atos de Deus(punitivo ou retentivo), decorrente da maldade, atrocidade e ferrenha violência imperante, o povo foi advertido previamente com uma mensagem punitiva, verbalizada pelo profeta Jonas, cuja sentença desta era a destruição em massa e com dias contados(40 dias), porém após ouvirem tal mensagem, se arrependeram e se converteram de seus caminhos, Deus então os perdoou(salvou), Jonas 3.3-10;4.11

Considerando o histórico da conduta contradizente dos ninivitas em relação a natureza de Deus, Jonas conscientemente tentou se esquivar daquela missão, justamente por saber que Deus é misericordioso, bondoso e longânimo, e portanto está disposto a exercer seus atos salvíficos em favor dos mais vis pecadores. Jonas 3.1;4.1-4

Por fim, ressalvo os inegáveis e predominantes atos de Deus sob o aspecto de sua soberania e sobre o dilema e o destino do gênero humano, contudo faço uma referência sintetizada a obra sacrificial de Jesus, profetizada no gênesis(antiga aliança) e cumprida nos evangelhos(nova aliança), tal obra compreende cabalmente os três atos divinos acima citados(criativo,punitivo e retentivo), primeiro porque, o mundo só veio a existir por Jesus e para Jesus, e sem Ele nada do que foi feito existiria, segundo, o sacrifício de Jesus foi o único método de satisfação plena pelo qual Deus pai imputou(contabilizou os nossos pecados e os puniu) no Deus filho, terceiro, a obra sacrificial de Jesus também propõe redenção, pagamento, resgate,livramento, salvação! Gênesis 3.15; João 1.3, Atos 4.12, I Pedro 3.18      

A paz do Senhor.

A Bíblia e sua divisão

A bíblia cristã como é de conhecimento básico e comum, se define por uma coleção de livros, no caso 66 livros, sendo 39 no A.T e 27 no N.T.
A bíblia possui 1.189 capítulos e mais de 31.100 versículos! 
Ainda assim, a bíblia possui divisões específicas no que diz respeito a temática de assuntos predominantes face aos perfis categóricos dos seus livros, assim sendo, segue abaixo:

A.T
1º Pentateuco:
Gênesis,Êxodo,Levítico,Números e Deuteronômio 

2º Históricos:
Josué,Juízes,Rute,I e II Samuel,I e II Reis,I e II Crônicas,Esdras,Neemias e Ester

3º Sabedoria:
Jó,Salmos,Provérbios,Eclesiastes e Cantares de Salomão

4º Profetas Maiores:
Isaías,Jeremias,Lamentações,Ezequiel,Daniel

5º Profetas Menores:
Oseias,Joel,Amós,Obadias,Jonas,Miqueias,Naum,Habacuque,Sofonias,Ageu,Zacarias e Malaquias 

N.T
7º Evangelhos:
Mateus,Marcos,Lucas e João 

8º História:
Atos

9º Epístolas Paulinas:
Romanos,I e II Coríntios,Gálatas,Efésios,Filipenses,Colossenses,I e II Tessalonicenses,I e II Timóteo,Tito,Filemom,Hebreus

10º Epístolas Universais:
Tiago,I e II Pedro,I II e III João,Judas

11º Profecia
Apocalipse 

A paz do Senhor.

15 Princípios destacáveis na vida do profeta Daniel

Texto bíblico: Daniel 9.17


No intuito de esboçarmos acerca da conduta do profeta Daniel(emocional, moral e espiritual), pontuaremos a seguir pelo menos 15 princípios:

1º DISCIPLINA Daniel 1.8
2º SABEDORIA Daniel 1.8
3º PRUDÊNCIA Daniel 1.8
4º COMPROMISSO Daniel 1.8
5º CONVICÇÃO Daniel 1.8
6º ATITUDE Daniel 1.8
7º SANTIFICAÇÃO Daniel 1.8
8º CORAGEM Daniel 1.8; 6.10
9º FIDELIDADE Daniel 1.8; 6.4
10º ESPIRITUALIDADE Daniel 6.10
11º OBEDIÊNCIA Daniel 1.8
12º CONHECIMENTO Daniel 6.17
13º HUMILDADE Daniel 9.4
14º ARREPENDIMENTO Daniel 9.4
15º AMÁVEL Daniel 9.23

Sem quaisquer comentário com respeito aos pontos, uma vez que o propósito é apenas para pensarmos um pouco sobre a necessidade da prática de tais princípios aplicados ao contexto atual de nossas vidas, acho ainda importante ressaltar, que apesar do profeta Daniel ser uma referência de conduta religiosa dentro daquela sociedade estrangeira de então, é bom lembrarmos que ele não era um homem perfeito ou mesmo um super homem, mas que era um homem muito amado pelo SENHOR, mesmo inserido em um mundo contrário a sua fé, provou que era possível ser crente de verdade! Pensemos nisso...

A paz do Senhor.

Hinário temático da harpa cristã



No intuito de contribuir sugestivamente para o uso apropriado dos hinos da harpa cristã, normalmente louvados de acordo com o caráter dos cultos, listei abaixo uma relação limitada:

Adoração
3,10,42,94,112,120,124,139,144,205,235,242,243,244,259,266,300,306,310,322,340,372,418,447,469,509,525

Batismo
1,24,84,407,447,470

Ceia
29,39,179,182,191,192,206,235,291,301,328,334,381,465,482,484,592

Consagração
5,26,75,77,91,96,118,131,146,175,221,262,301,323,422,432,440

Cura
7,510

Cerimônia fúnebre
02,36,187,202,371,416,422

Dia da Bíblia
259,306,322,505,506,559

Evangelismo
11,16,24,46,63,65,93,100,108,115,127,141,147,149,155,160,212,224,225,305,376,394,409,418,442,449,467,503

Gratidão
25,37,45,52,79,86,145,147,154,156,171,178,370,400,513,515,526,535,561,592,597

Natal
120,350,366

Oração
2,4,8,17,26,33,36,58,61,70,75,77,84,88,91,96,107,112,118,126,131,141,147,151,154,156,175,178,186,187,193,198,200,206,210,221,247,296,304,371,386,400,407,459,467,513,515,577,578

Pregação
12,15,18,20,28,48,73,104,111,116,144,166,169,171,172,182,191,196,208,222,291,303,334,359,419,451,465,476,484,491,507,545,547,570


A paz do Senhor.

Faixa etária curricular das lições E.B

BERÇÁRIO de 0 a 02 anos
MATERNAL de 03 a 04 anos
JARDIM DE INFÂNCIA de 05 a 06 anos
PRIMÁRIO de 07 a 08 anos
JUNIORES de 09 a 10 anos
PRÉ-ADOLESCENTE de 11 a 12 anos
ADOLESCENTE de 13 a 14 anos
JUVENIL de 15 a 16 anos
JOVEM 17 anos
ADULTO Maior 17 anos
DISCIPULANDO
NÃO EVANGÉLICOS

08 Razões para louvarmos a Deus















Texto bíblico: Salmos 136.1-26


Salmos é sem dúvida um dos livros mais preferido pela nossa sociedade moderna, contudo, veremos no desenvolvimento dessa mensagem, que sua apreciação se deu primeiramente pelo povo judeu.

Uma das razões mais relevantes para tanta procura e apreço, se dá pelo fato do seu notável caráter DEVOCIONAL, ou seja, esse livro apresentá-nos um acervo de expressões proferidas nas mais diversas circunstâncias de uma vida prática, que se materializam no relacionamento extremamente necessário e dependente, da criatura com o seu criador, do ser pequeno com o ser grande, do ser fraco com o ser forte, do ser falho com o ser perfeito, do ser servo com o ser SENHOR, do ser de baixo com o ser de cima, do ser terreno com o ser celeste, do pai com o filho, do ser mortal com o ser imortal, em fim, do ser humano com o ser divino!

Por falar de nossa sociedade moderna, é bom lembrarmos que nem todos que possuem um exemplar do salmos(a bíblia), o consideram de fato como verdadeira regra de fé e prática, ou seja, ainda não confessaram suas vidas para o seu real autor(Deus), e nem o aceitaram como o seu único e suficiente salvador! Temos que admitir, fazemos parte de uma sociedade mística(nos costumes, na cultura e na religião), assim sendo, é bem provável que textos seletos dos salmos sejam por vezes encontrados fixados internamente em residências e comércios, sem contudo expressar uma verdadeira devoção a Deus.

Não quero com isso afirmar que todos os casos não expressam devoção real, mas enfatizar que muitos desses casos são apenas superstições e crendices, mais ou menos como uma espécie de amuleto, figa, caixinha de promessas, a bíblia aberta no salmo seleto e possivelmente "empoeirada", mais parecendo um objeto do que o livro sagrado que merece apreciação, leitura, meditação, conhecimento, entendimento, aprendizado, experiência e reverência as palavras do real autor(Deus), suas obras e a sua vontade para nossas vidas.

Lembrei-me de uma pequena/grande história: Uma mãe muito disciplinada nos serviços domésticos do seu lar, um certo dia foi interrogada pela sua pequena filha com as seguintes frases:

Mamãe? Pois não minha filha,
Você é muito cuidadosa não é mamãe? Sim filha.

Mas porque não vejo você cuidando também deste livro de capa preta em cima da nossa estante? Mamãe, ti vejo limpando tudo em nossa casa, mas nunca vi você limpando este livro! Olha como ele tá cheio de poeira mamãe! Porque você não o limpa para lermos?


Filha! Este livro é o livro sagrado, tenho muita fé nele, é o livro de Deus!

Mas Mamãe, como você acredita tanto neste livro, se nunca vejo você lendo ele? 
Se não se importa mamãe, não acharia melhor devolvermos para Deus?


Igualmente a história acima, muitas pessoas simplesmente vivem o seu dia a dia, com uma incoerência ou negligência religiosa absurda, entre o que aparentam ser, o que afirmam ser, e o que de fato são!

Além do misticismo religioso, o ser humano também tem aparentado um "DEVOCIONAL" com Deus muito mais baseado em atitudes sentimentalistas e emocionalistas do que teológicas, racionais e espirituais, ou seja, procuram Deus apenas para uma espécie de "terapia espiritual", face aos seus dilemas circunstanciais, sem no entanto, quaisquer interesse de um relacionamento regular e compromissado, ou seja, para uma "comunhão" mais profunda, intensa, duradoura e permanente, ou invés de apenas uma comunhão superficial, analgésica, emergencial, curta e momentânea!

Contudo, o livro de salmos além do seu indiscutível perfil devocional, também nos apresenta outras características importantes, vejamos:

Festivo e congregacional

Outro caráter bem notável deste livro, era sua utilização tradicional e coletiva por ocasião das festividades judaicas, pois como sabemos, salmos também é uma expressão de cânticos, hinários, músicas, o que muito combinava com a proposta do cenário, uma vez que a música era bastante cultivada e apreciada pelos povos da época, na verdade em todas as épocas.
Mas mesmo sendo expressões cantadas, salmos é uma convocação imperativa e universal, para todos os moradores da terra celebrarem(louvarem) ao SENHOR com alegria, perseverança, humildade, dependência, confiança, esperança e adoração, independente das circunstâncias positivas ou negativas a razão humana, posto que a presença de Deus, o seu caráter, propósito, livramento, proteção, cuidado, maravilhas e a sua salvação, sempre estarão acima de todas as demais coisas!

Abra a sua bíblia e leia as referências a seguir para uma breve noção e uma ação mais prática e interativa: Gênesis 4.21; Êxodo 15.1-22; Juízes 7.20; Salmos 22.3;29.1-2;33.3;40.1-3;34.1;42.10-11;100.1-5;133.1-3;138.1; II Crônicas 29.30; Isaías 6.1-3; Habacuque 3.17-19; Atos 16.23-26; I Corintios 14.26; Apocalipse 4.11;5.7-9;14.2-3

Como vimos nas referências citadas, a bíblia enfatiza ainda, vários contextos musicais, com impressionantes relatos divino e totalmente aplicáveis a realidade de nossos dias, I Samuel 16.14-23(a música ali como recurso ou instrumento usado por Deus através do ainda jovem pastor de ovelhas, compositor, cantor e tocador Davi, o resultado de sua doce e humilde apresentação musical provocou uma grande libertação de ordem espiritual no rei Saul!

Profético

Salmos ao contrário do que muitos tendem a enfatizar ou até mesmo limitar,
está muito além do que ser apenas um livro de abrangência devocional, festiva e congregacional, pois salmos também é um livro profético, uma vez que expõe textos alusivos a vinda e a pessoa de Cristo(o messias prometido), ainda assim, o próprio Jesus testificou esta referência. Lucas 24.44

Sobre a autoria de salmos, mais de 70 poemas são atribuídos a Davi, e os demais aos outros músicos da época.

Fiz um parecer mais abrangente acerca do livro de salmos, afim de enfatizar mais do que uma compilação de cânticos espirituais oferecidos a Deus.

Prosseguirei a partir de então, no objetivo de expor algumas razões específicas oriundas do salmos 136

Primeiro preciso expor para você, o prefácio básico da divisão do texto como um todo, faremos isso primeiramente para termos uma compreensão da proposta geral do capítulo, e segundo para facilitar nosso entendimento sobre e exposição de cada razão específica, na medida em que os comentários forem feitos.

Em linha geral, salmos 136 apresentá-nos uma temática predominante, pela qual as pessoas possuem pelo menos uma razão universal para louvar a Deus!

SUA BENIGNIDADE DURA PARA SEMPRE(No sentido de que a bondade eterna de Deus está em continua ação)
Vajamos esse prefácio(a divisão de um todo...)

Salmos 136.1-4 O ser de Deus(bondade, divindade, senhorio e poderio)
Salmos 136.5-9 Atos criativos de Deus(elementos naturais)
Salmos 136.10-26 Atos punitivos, redentores provedores(juízo e sentença para os inimigos, libertação para os cativos e suprimento para todos).

1- A bondade de Deus

Samos 136.1: Esta é a primeira razão pela qual todos os homens devem tributar louvores a Deus! Este é um princípio de verdade universal, irrevogável e incontestável, independente de pensamentos, opiniões, teorias, crenças e posicionamentos humanos. Romanos 3.3-4;salmos 51.4;62.9;116.11

Contudo, não é de admirar que desde as épocas passadas até os nossos dias, muitas pessoas já tentaram contrariar tal verdade e tal posicionamento por palavras ou ações(mal intencionado ou por incapacidade de incompreensão dos desígnios divino), de uma forma ou de outra, o fato é que não temos como negar que tais palavras e tais ações contraditórias, é a nítida consequência da natureza humana pecaminosa(caída nos seus próprios delitos, incapaz de visão e compreensão divina, e portanto, com extrema necessidade de arrependimento, perdão, regeneração, justificação, comunhão e salvação). I Coríntios 2.14(o homem natural não entende e não compreende as coisas divina).

Mas no intuito de pensarmos mais profundamente e respondermos racionalmente e teologicamente, sobre algumas situações aparentemente contraditórias, vejamos as mais comuns interrogações a seguir(pelo menos 10):

Se Deus é bom, porque tanta catástrofe?
Se Deus é bom, porque tanta epidemia?
Se Deus é bom, porque tanta fome?
Se Deus é bom, porque tanta enfermidade?
Se Deus é bom, porque tanto sofrimento?
Se Deus é bom, porque tanta morte de pessoas "inocentes"?
Se Deus é bom, porque tanta maldade?
Se Deus é bom, porque tanta guerra?
Se Deus é bom, porque tanta violência?
Se Deus é bom, porque tanta injustiça?

Questionamentos sérios como estes, são por vezes concebidos no calor dos próprios traumas, conflitos e dilemas interiores(espiritual, sentimental, emocional), o ser humano ousa lançar dúvida para ele mesmo e para o próximo, sobre a existência de tal bondade, supõe indiretamente uma espécie de "inocência" e isenção de quaisquer responsabilidade, tenta atribuição de culpabilidade divina, expõe uma série de negatividade sugerindo impossibilidade, incapacidade, ineficiência e até mesmo inexistência do caráter de Deus, e tudo isso, face a existência de tais realidades adversativas!

Esses mesmos questionamentos também são bastante aplicados na tentativa de duvidar, contrariar e anular a própria existência de Deus, sem contar com as influências da conceituada "corrente filosófica"(materialismo, naturalismo, humanismo, liberalismo e relativismo etc...), bastante cultivada e disseminada em nosso convívio social.

O fato das pessoas expressarem esses pensamentos, opiniões, teorias, crenças e posicionamentos alheios, não há como negar a existência de tais verdades, é bom lembrarmos que já bem naquela época, e inclusive dentro de um templo religioso, as pessoas também contestavam a bondade de Jesus, enquanto outros a reconheciam e testificavam. João 7.12 

Exemplos naturais(figurados e análogos): A CHUVA E O SOL
As pessoas podem até viver de modo a não se expor diretamente a água da chuva e a luz do sol , mas nunca serão capazes de impedir que a chuva deixe de existir e de beneficiar a terra com água e de beneficiar elas mesmas, da mesma forma o sol; As pessoas nunca serão capazes de invalidar a sua existência, bem como também nunca serão capazes de invalidar a sua luz(benefício)! Por falar destes elementos naturais, alguém já viu dizer que algum dia sequer, Deus precisou parar o universo por uma "necessidade de manutenção preventiva ou corretiva?(uma revisão, um conserto, um reparo, uma reforma ou uma substituição), é muito óbvio que não, uma vez que sua perfeição no que verbaliza, no que é e no que faz, simplesmente dispensa tais necessidade e tais comentários negativos.

Além do próprio Deus se auto-declarar que tudo que fez foi bom e muito bom, que nota e que personagem seria mais importante do que o próprio autor de uma obra?
Quem mais seria tão necessário ouvirmos declarar tal qualificação? Gênesis 1.31
É óbvio que apenas Deus para aprovar os seus próprios atos de bondade já foi mais que o suficiente, contudo, sabemos, testemunhamos e temos a convicção que de fato Deus é bom, apesar de todos os questionamentos, negatividades e caos existentes em nosso mundo, não temos como negar que desfrutamos da tão graciosa bondade de Deus!

A bondade de Deus é perfeita e incomparável, não oscila, não é parcial e nem precisa melhorar com o passar do tempo, uma vez que Ele é eterno sua bondade também é! Salmos 52.1
Concernente ao nosso tempo, antes, durante e depois(passado, presente e futuro), Deus nunca foi mais bom em alguns momentos, ou menos bom em outros momentos, esta é uma percepção humana, e portanto equivocada, Deus sempre foi o que de fato Ele é(perfeito em caráter, planos, propósitos e obras) salmos 23.6

Aqui finalizo a exposição desta primeira razão, destacando pelo menos duas temáticas principais do salmos 136(conforme prefácio introdutório): Os atos criativos(toda a criação natural), bem como o propósito especial de criar o ser humano(coroa da criação), à sua imagem e semelhança, e ainda fazê-lo habitar em um mundo totalmente estruturado, organizado, ordenado e funcional, e os atos redentores de Deus(todos os meios de salvação já propositados e realizados, em especial, a obra sacrificial de Jesus na cruz), maior ato de demonstração prática do amor e da graça de Deus. Êxodo 20.2, João 3.16, Romanos 5.8 

2- Sua divindade

 Salmos 136.2: Diferente dos deuses lendários, mitológicos e imaginários, ídolos falsificados construídos e venerados pelos homens no uso de sua ignorância, neste verso Deus é visto acima de todos os deuses, porém não no sentido politeísta, mas no sentido de que Deus é o único ser divino verdadeiro(monoteísta), e isso foi muitas vezes enfatizado para o povo judeu no uso de sua fé, uma vez que estavam rodeados de nações idólatras, vale lembrar que as influências destas eram tão intensas, que por vezes os judeus acabavam caindo em pecado e gravemente punidos por Deus! Êxodo 20.3-5, Deuteronômio 10.17, Salmos 115.1-18, Isaías 42.8;43.13; Atos 19.26

Ciente da existência de outras inúmeras passagens bíblicas, irei expor duas breves e objetivas referências concernente a esta segunda razão, mas é importante pensarmos na pluralidade de ídolos e até mesmo pequenos deuses humano, como por exemplo, os imperadores romanos, em uma época que política e religião eram literalmente associadas! 

O povo filisteu venerava o deus por nome Dagom, e para esta nação idólatra Dagom era a sua "divindade" ainda que não real e verdadeiro, em certa ocasião os filisteus venceram o povo judeu em batalha, roubaram a arca da aliança(símbolo temido e respeitoso da presença de Deus) e trouxeram-a para sua terra e colocaram-na dentro da casa do deus Dagom ladeado com este, foi a partir daí que Deus começou agir e Dagom não teria a mínima condição de tentar impedir, visto que não passava de um "deus estátua", e mesmo se tivesse, jamais conseguiria! A bíblia diz que no dia seguinte Dagom foi derrubado e caiu com o rosto em terra de frente para a arca, como jamais poderia levantar, seus adeptos o levantaram e o colocaram de volta no seu lugar, muito sem sentido não acha? Uma "divindade" que ao invés de ajudar estava sendo ajudada; Se esta não tinha poder nem para si, como poderia ter para os seus adeptos?
No dia seguinte, Dagom(estátua) novamente amanheceu caído com o rosto em terra e de frente para a arca, porém desta vez a queda foi mais forte, sua cabeça e ambas as palmas das mãos, estavam cortadas, após este episódio, Deus literalmente provou que estava presente com atos punitivos para os filisteus(enfermidade coletiva), decorrente de suas maldades para com a nação escolhida, em fim, não suportaram o juízo divino e tão logo devolveram a arca para o povo judeu. I Samuel 5.1-12

Na segunda ocasião, o povo judeu se inclinou e se rendeu aos apelos do paganismo, discorrendo em uma conduta pecaminosa e deliberada sob dois aspectos(espiritual e moral), a exemplo dos cultos oferecidos as conhecidas "divindades" locais, Baal e Asera("dois deuses ou melhor, um deus e uma deusa, ambos cananeus e casados, segundo a mitologia), o fato veio a tona em razão do péssimo reinado de Acabe, este oficializou e estimulou uma grande e lamentável decadência de ordem moral e espiritual.

Contudo, como Deus sempre tem meios de intervir, se apropriou de um homem por nome Elias, este por sua vez foi enviado até a presença do monarca para protestar contra os seus pecados e contra os pecados da nação, sua mensagem culminou para um drama literal que chocou imediatamente a crença dos adeptos de Baal(deus cananeu responsável pelas forças da natureza e a fertilidade da terra).
O profeta Elias profetizou que não haveria chuva, e ao tempo determinado não houve chuva, o deus Baal e a deusa Asera não tiveram quaisquer ação para reverter o quadro, calados estavam, calados continuavam, apenas a adepta rainha Jezabel, foi quem quebrou o silêncio com um grito de guerra e imediatamente deu ordem para perseguir e matar o profeta taxado como "perturbador" de Israel. I Reis 18.17-18

Ainda assim, Elias também promoveu um grande desafio no monte carmelo, convocou 450 profetas de Baal e mais 400 profetas de Asera, para uma "disputa" de ordem espiritual. I Reis 18.19-39

Além do reconhecimento, exaltação e a glorificação do SENHOR, um dos objetivos básico, era provar quem realmente era o Deus verdadeiro, é lógico que uma vez evidenciada tal verdade, o povo israelita deveria fazer uma escolha imediata e decisiva de qual divindade seguir, pois sua conduta reprovável também exigia conserto imediato(abandono da idolatria e recomeço da fé monoteísta, para servir e adorar ao único Deus verdadeiro, haja vista o refrão do grande coral israelita: SÓ O SENHOR É DEUS! SÓ O SENHOR É DEUS...) I Reis 18.39

Esse desafio jamais teria sido feito se apenas objetivasse provar quem era a divindade verdadeira! Isto só aconteceu porque o povo estava dividido(coxeando em dois pensamento). I Reis 18.21

3- Seu senhorio

Salmos 136.3: Um título divino muito mais abrangente e significativo do que apenas um pronome de tratamento e de respeito(quando usado com referência aos homens). Salmos 24.1; João 6.68
SENHOR fala de reverência ao Deus que é o proprietário de tudo e de todos, Ele é mestre, príncipe, e além desta ênfase, o nome SENHOR também confere poder e autoridade meritória e soberana. Deuteronômio 10.17; Mateus 28.18; Filipenses 2.5-11; Atos 9.5; Apocalipse 17.14;19.16.
Vale uma curiosidade, nem a bíblia nem as literaturas diversas costumam mencionar quaisquer deus ou deusa com o uso deste título(ex: senhor Baal/senhora Diana), porém mesmo que tivessem, só Jesus é o SENHOR por excelência!

Na intenção de já seguir para a próxima razão, finalizo aqui este breve comentário.

4- Sua onipotência

 Salmos 136.4: Quer dizer todo o poder, cuja fonte emana do seu próprio ser(auto-existente e auto-suficiente); É com esse atributo peculiar que para Deus não existe o impossível. Lucas 1.37
Nenhuma circunstância consegue impedir suas manifestações sobrenatural(sinais, prodígios e maravilhas extraordinárias), seu poder está acima de tudo e de todos.

Em Êxodo 7.3-5, Deus iria interver simultaneamente(contra o Egito e a favor de Israel), seus sinais e maravilhas foram os meios do seu juízo, bondade, mas também punição irreversível e inevitável,1,2,3,4,5,6,7,8,9,10(dez pragas!), o motivo básico para estas inúmeras pragas, não era para Deus provar seu poder, mas para o Egito inteiro conhecer que Ele é SENHOR todo poderoso!

O contexto um pouco antes descreve algo interessante, através de Moisés e Arão, Deus operou uma maravilha(sinal), Arão após lançar sua vara ao chão, esta transformou-se em uma serpente, o rei Faraó ficou furioso e mandou chamar sua equipe de feiticeiros(sábios,encantadores e magos), estes também trouxeram uma vara, lançaram no chão e esta se transformou não em uma, mas em mais de uma serpente! Estranho não? Mas não esqueçamos que o diabo era quem estava agindo camufladamente através da daquela magia, e só para lembrarmos, imitação é sua especialidade!
Aparentemente eram duas maravilhas certo? Não, só uma maravilha e uma magia(um sinal verdadeiro e um "sinal" falso).
Mas como identificar e ter certeza de que só um sinal era verdadeiro e o outro sinal era falso? Simples, apesar dos dois sinais manifestarem a mesma coisa(serpentes), basta continuarmos a leitura do texto para notar que todas as serpentes provenientes da magia não prevaleceram, visto que foram tragadas(destruídas) pela serpente proveniente do sinal de Deus. Êxodo 7.9-12; Atos 19.19, isso nos traz uma reflexão importante: Embora o diabo tenha poder e estratagema para imitar e enganar, nunca terá poder e nem "truques" para enganar a Deus(onisciente), quando o diabo imita Deus o limita, quando o diabo nos causa engano Deus lhe causa dano!

Além do SENHOR Deus operar maravilhas, a bíblia diz que o nome dEle é MARAVILHOSO! Juízes 13.18

Poderíamos citar e comentar outras passagens acerca da amplitude desse assunto, porém, mediante a proposta geral desta mensagem, já bem desenvolvida e argumentada, aqui finalizo mais uma razão para louvarmos a Deus!

5- Sua criação

Salmos 136.5-9: Uma das razões teológicas propositas nesse livro, além do louvor a Deus pelo que Ele é, devemos louvá-lo também pelo que Ele faz.
E sob este aspecto, salmos apresenta-nos textos e contextos de associação bastante sinfônica ao livro do começo(Gênesis), pois é neste que encontramos o relato sobre a criação do mundo(universo), notemos que a proposta do relato é descrever a história da criação e não a história da "existência de Deus", e isso é algo extraordinário! A harmonia da fé e a ciência estava ali implícita(fé na existência do autor e apreciação na obra deste autor), pois se nada Deus tivesse criado, simplesmente nada existiria, e se nada existisse, nada a ciência teria para apreciar, labutar, pesquisar, estudar, descobrir e entender! PENSE NISSO! Romanos 1.20-21; Atos 17.24-26
Por falar em ciência, é importante sabermos que não é seu objetivo tentar provar a existência de Deus, bem como também não é seu objetivo tentar provar a inexistência de Deus.

Deus não fez a criação simplesmente como uma espécie de "pista" para o homem o "procurar" e o "descobrir" se Ele existe ou não existe, pois bem antes do homem e da ciência, o SENHOR Deus já existia em sua eternidade(sem princípio, meio e sem fim). Isaías 43.13; João 8.58.
Então mais do que uma questão natural e racional, isso é uma questão de fé(confiança consciente e irrestrita em Deus); Ora, aquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente, além do que pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que em nós opera. Efésios 3.20
Nosso mundo é simplesmente o melhor, isso porque o autor(Deus) simplesmente o fez com incomparável perfeição!

JUÍZO, SALVAÇÃO E PROVISÃO Salmos 136:10-26: No intuito de abreviarmos nosso comentário sobre estas três últimas razões, fiz a junção para tão logo prosseguir para a conclusão.

06- Seu juízo

Todos somos conscientes que Deus é justo, obviamente que seus pensamentos, propósitos, palavras e suas ações também são justas, e só para lembrar, o juízo de Deus também é imparcial e infalível.
São muitos os exemplos do juízo divino, trata-se de uma sentença prática punitiva, mas bondosa, amorosa, e ainda um ato de julgamento necessário e merecido em relação ao mal.
No presente salmos, Deus literalmente julgou, sentenciou e executou a sentença contra o Egito, e é óbvio que aquele contexto de escravidão opressora era hostil a nação escolhida, debaixo do julgo maléfico do Faraó, o povo não conseguiria liberdade nem prosperidade, enquanto Deus não executasse todo o seu juízo, e a proposta divina é interessante porque não se limitava apenas a punição em si, mas também atrairia muito mais glória divina(o Egito saberia que Deus é o SENHOR),conforme já citado antes, uma vez que Deus endureceu o coração do rei para fazer prevalecer todo o seu desígnio. Êxodo 7.5

07- Sua salvação

Este por sinal é o cume da proposta divina, bastante exemplificada e com destaque especial na pessoa e na obra do nosso SENHOR JESUS CRISTO(único, suficiente, perfeito e eterno), visto que ao longo de toda uma jornada de promessas e cumprimentos, de escravidão e libertação, de altos e baixos na vida humana, Deus cumpriu e concluiu de uma vez por todas, o plano salvífico de todas épocas.

Se as pessoas vivem a questionar sobre a existência e bondade de Deus, é sinal que ainda são ignorantes, ou pelo menos tentam se recusar e se convencer de uma aceitação consciente, visto que esta obra é o maior ato comprobatório do grande AMOR DE DEUS pelo homem. João 3.16; Romanos 5.8
Portanto, somente por esta razão, ninguém tem quaisquer que sejam seus "argumentos" ou desculpas.

08- Sua provisão

É o ato de fornecer, abastecer, provê, é com esta atribuição que Deus também tem se relacionado com o ser humano, no presente salmos, diz que Ele dá mantimento a todos, e detalhe, sem quaisquer acepção, sua benignidade não tem fim e não tem limite!  

Conclusão:
Falar sobre a benignidade de Deus é sempre muito satisfatório, e nada melhor que demostramos isso através de nossas atitudes, pois louvar é sempre uma boa forma de externarmos nossa fé racional, gratidão e adoração a Ele.

Lembremos que Paulo e Silas tinham sido torturados, foram amarrados e lançados no cárcere, naquela situação você acha que estava fácil para eles orar, louvar e adorar? Mas a bíblia diz que apesar de tudo isso, eles oravam, louvavam e adoravam a Deus! Atos 16.25

Em outra ocasião este mesmo Paulo orava com intensidade, a fim de que Deus removesse um mal que lhe infortunava, mas o curioso é que o mesmo SENHOR que fez o cárcere estremecer, as cadeias se romperem e os presos serem livres, aqui a princípio, não lhe respondeu nada(silêncio temporário) e quando respondeu não removeu o mal que Paulo tanto almejava, apesar de suas repetidas orações(03 vezes)!
O fato do SENHOR ser onipotente não significa dizer que todas as nossas petições serão de fato atendidas, também não significa dizer que o SENHOR não tem poder o suficiente para tal.
Contudo, sua resposta nos surpreende, pois no caso de Paulo, apesar de suas fraquezas e sofrimentos, o SENHOR lhe respondeu: A minha GRAÇA ti basta, porque o meu poder aperfeiçoa(manifesta) na fraqueza! II Coríntios 12.7-10
Por fim, a vontade e as motivações divina são sempre mais preciosas do que as nossas, visto que além do SENHOR manifestar sua GRAÇA e seu PODER, Ele também nos ensina, conforta e edifica, mesmo quando é difícil e doloroso compreender e aceitar, no fundo, acredito que sempre valerá a pena confiar! Pois mesmo quando somos infiéis, o SENHOR permanece FIEL! II Timóteo 2.12-13

Logo, apesar de convivermos com adversidades existenciais, Deus continua sendo bom, pois tudo que o SENHOR é, tudo que diz e tudo que faz, é muito mais glorioso, grandioso e beneficente, e portanto, digno de nossa sincera e humilde aceitação! Lembremos como mais um exemplo entre vários, a comovente história do jovem José(seu agudo sofrimento ocasionado pela inveja, ciúme, crueldade e tamanha maldade dos seus irmãos), mas apesar de tudo, o desígnio divino fora cumprido e os sonhos sonhados por aquele jovem se tornaram realidade, visto que o SENHOR transformou tamanho mal e sofrimento, em tamanha BONDADE e FELICIDADE! Gênesis 50.15-21 

Se mediante a exposição acima, ainda houver relutância e rejeição quanto a aceitação de tais razões, é bom lembramos que não passamos de homens pecadores, e mesmo assim, o SENHOR nos escolheu para sermos vasos de BARROS cheios da excelência do seu poder; Se não fosse sua GRAÇA(SEU FAVOR IMERECIDO), nosso único destino seria condenação e sofrimento eterno(sem Deus, sem paz e sem salvação).
Sendo apenas pó e cinza e em certo sentido NADA, não estamos na mínima condição de contrariar NADA sobre Deus, pois o fato de não compreendermos tudo que acontece em nossa vida e nem tudo que acontece no mundo, não nos dá o direito para tal conduta infundada. Salmos 103.14; Eclesiastes 3.20; Isaías 40.17; II Corintios 4.7

Portanto, confiemos no SENHOR acima de toda e qualquer situação, e lembre-se: 
SUA BENIGNIDADE DURA PARA SEMPRE...

Já que ficou comigo até o final, muito obrigado por sua leitura!
Espero que este conteúdo abençoe sua vida. 

A paz do SENHOR e até a próxima mensagem.

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